O sucessor do PlayStation 5, o PS6 pode abandonar definitivamente uma tradição de mais de 30 anos. Essa mudança marcaria a primeira vez que um console base da Sony seria lançado sem esse recurso desde o PlayStation 1, que sempre contou com o componente de fábrica.
Segundo o conhecido leaker Kepler, fonte geralmente confiável sobre hardwares da AMD, a Sony planeja adotar para o PlayStation 6 a mesma estratégia modular vista no PS5 Pro: o console seria lançado apenas em versão digital, com o leitor de discos sendo vendido como um periférico à parte.
Estratégia de corte de custos para o PS6 pode motivar essa mudança

A decisão de remover o leitor óptico da configuração base seria motivada pela necessidade de conter os crescentes custos de produção. Com os componentes de processamento e memória cada vez mais caros em 2026, sacrificar o leitor físico permite que a Sony tente manter o preço do console competitivo no lançamento.
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Essa abordagem modular, testada com sucesso na atual geração, transfere o custo para o consumidor que ainda faz questão da mídia física, transformando o leitor em uma despesa adicional que pode elevar o valor final do “kit PS6” para patamares preocupantes.

Outro ponto levantado por Kepler que gerou debate foi a capacidade do armazenamento interno. Em um cenário onde os jogos AAA superam facilmente os 150 GB, um SSD de 1 TB parece insuficiente para a próxima geração. No entanto, o leaker aponta para uma solução tecnológica:
- Neural Texture Compression: O uso de inteligência artificial para compressão de texturas pode reduzir drasticamente o tamanho dos arquivos dos jogos no futuro próximo.
- Eficiência de Dados: Se essa tecnologia for implementada com sucesso, os jogos de PS6 poderiam ocupar menos espaço que os atuais, justificando a permanência em 1 TB para baratear o hardware.
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Fonte: multiplayer.it






