Em uma entrevista à Digital Foundry publicada neste sábado, Mark Cerny, o arquiteto do sistema PlayStation, confirmou que a Sony está desenvolvendo uma biblioteca de Frame Generation baseada em aprendizado de máquina (ML).
A tecnologia é fruto do Project Amethyst, uma colaboração de longo prazo entre a Sony Interactive Entertainment e a AMD. Segundo Cerny, o objetivo é entregar uma fluidez de imagem sem precedentes, criando quadros intermediários via IA para aumentar a taxa de frames percebida pelo jogador.

Cerny esclareceu que o recém-lançado PSSR 2.0 do PS5 Pro utiliza o mesmo algoritmo central do FSR Redstone (o novo nome comercial do FSR 4 da AMD).
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Ele revelou que a tecnologia de Frame Generation da AMD também foi “co-desenvolvida” com a equipe da PlayStation, o que significa que a Sony conhece intimamente o código e está trabalhando em uma versão customizada e otimizada para o seu ecossistema.

Diferente do FSR 3 tradicional, que usa interpolação comum, a nova solução da PlayStation será baseada inteiramente em Machine Learning, levando uma qualidade de reconstrução de imagem superior e menos artefatos visuais, aproximando-se do que a NVIDIA entrega atualmente com o DLSS 3 e 4 no PC.
PS5 Pro ou a exclusividade do PlayStation 6?

A grande dúvida que ficou no ar é onde essa tecnologia será aplicada. Quando questionado se o PS5 Pro receberia o recurso via atualização ou se ele seria reservado para o PlayStation 6, Cerny foi cauteloso.
Esse cronograma levanta duas possibilidades:
- O PS5 Pro receberá o Frame Generation em 2027 para estender sua vida útil e competir com a nova geração.
- A tecnologia será o “carro-chefe” do PS6 (Project Amethyst) para garantir os prometidos 4K a 120 FPS em títulos de grande porte.
Em suma, ele afirmou que “não há mais lançamentos planejados para este ano” (2026), o que empurra qualquer novidade sobre o tema para 2027.
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