O veredito da Digital Foundry sobre Saros, o novo projeto da Housemarque, escancara uma realidade que nós, no Portal Viciados, temos observado: o PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution) está se tornando um divisor de águas desta geração, e não o poder bruto da GPU.
Embora Saros brilhe intensamente com seu sistema proprietário de partículas e efeitos voxel, a diferença de experiência entre a PS5 base e a PS5 Pro não é apenas estética, é estrutural.
O segredo de Saros no PS5 Pro

Enquanto a PS5 tradicional (com preço médio de 450€ em Portugal ou R$ 3.800 no Brasil) luta com o FSR da AMD para manter a coesão visual em 1224p, resultando em um flickering que distrai nos combates mais intensos, a PS5 Pro utiliza a IA para entregar uma imagem em 4K reconstruída a partir de 1440p que humilha as soluções de upscaling tradicionais.
A decisão da Housemarque em abandonar o Lumen e o Nanite da Unreal Engine 5 em prol de 60fps estáveis foi acertada, mas revela o custo do progresso
No Portal Viciados, entendemos que Saros é o primeiro grande teste de fogo para a tecnologia de aprendizado de máquina da Sony. O PSSR consegue manter a nitidez de milhares de partículas coloridas simultâneas sem o rastro de “fantasma” que o FSR deixa para trás.
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Fonte:
Saros
| Lançamento | 30 de abril de 2026 |
|---|---|
| Gênero | Shooter |
| Desenvolvedora | Housemarque |
| Plataformas |

