É inegável que a Milestone sabe fazer jogos de corrida bonitos, mas como o novo RIDE 6 se sai rodando no PlayStation 5 base com a tão falada e polêmica Unreal Engine 5? A experiência entrega uma imagem muito limpa, detalhada e cravada nos 60 quadros por segundo (podendo chegar a 120 fps se sua TV tiver suporte a VRR). Mas nem tudo são flores.
O nível de detalhe nas pistas e nas motos é um show à parte. A iluminação com a utilização do Ray Tracing, mesmo no PS5 base, traz sombras bem definidas e luzes realistas, e o sistema de clima dinâmico é sensacional.
Começar uma corrida com sol, ver o tempo nublar e a chuva cair, molhando e embaçando a sua viseira no meio da corrida é uma experiência que adiciona uma camada extra de tensão e imersão absurda.
Qual o seu protagonista favorito do GTA 6?
Nem tudo é perfeito em RIDE 6 (PS5)

Porém, a gente precisa falar do carregamento de texturas… Sabe aquelas placas gigantes de patrocínio que ficam suspensas atravessando a pista?
Pois é. De longe, elas são apenas um grande borrão. A textura delas só carrega e ganha nitidez quando você está quase passando voando por baixo delas.

Isso vai estragar a sua corrida? De jeito nenhum. Os drops de FPS são raríssimos e a jogabilidade continua no capricho. Mas, como as placas ficam bem no meio da sua faixa de visão, é impossível não notar esse “pop-in”.
No fim das contas, RIDE 6 é um jogo lindíssimo, mas se você estava esperando um salto gráfico gigantesco e revolucionário em relação ao RIDE 5, pode dar uma segurada nas expectativas.
Confira também: Review de RIDE 6: Um dos jogos de moto mais bonitos do PS5… mas é tudo isso mesmo?
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