Riot Games e o processo de discriminação de gênero

Por: Guilherme Bravo - Co-fundador do Portal Viciados
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A desenvolvedora do game League of Legends, Riot Games, está fadada a ganhar o balúrdio de US$ 10 milhões, para uma ação coletiva, motivada em nome de algumas funcionárias, que alegaram discriminação de gênero e assédio dentro da empresa.

Pelo que tudo indica, mais de mil mulheres que trabalhavam dentro da Riot Games, terão um pagamento liquido de US$ 5 mil, de acordo com o documento.



Os atos, segundo as mulheres, foi sufocante. No meio de assédios sexuais, incluindo “agarrar as virilhas”, “sarradas” e “fotos indesejadas de genitais masculinas”. O processo seguiu uma investigação detalhada, segundo uma publicação da Kotaku.

Em resposta ao processo, o porta-voz da empresa disse em uma entrevista ao LA Times:

“Temos o prazer de ter um acordo proposto para resolver completamente o processo de ação coletiva. O acordo é outro importante passo à frente e demonstra nosso compromisso de cumprir nossos valores e de tornar a Riot um ambiente inclusivo para os melhores talentos do setor.”

Disse o porta voz.

A Riot é uma empresa situada em Los Angles, em uma subsidiária da Tencent Holdings da China. Foi fundada em 2006 por Bradon Beck e Marc Merrill, e atualmente segue o cargo de CEO, Nicolo Laurent.

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Guilherme Bravo é Jornalista e Cofundador do Portal Viciados. Responsável pela linha editorial de notícias e promoções, Guilherme é especialista em identificar tendências de mercado e cultura de internet. Além do jornalismo escrito, é criador de conteúdo no YouTube com o canal Robson Foster, onde expande suas análises e opiniões através de seu avatar Vtuber.
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