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Review Sem Spoilers – Resident Evil Village | O pesadelo continua!

Resident Evil Village traz novamente a pele de Ethan Winters, em uma nova situação de sobrevivência extrema. Confira a análise da Viciados.

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Resident Evil Village traz novamente a pele de Ethan Winters, em uma nova situação de sobrevivência extrema. Confira a análise da Viciados.

Após a enfática remasterização de Resident Evil 3, podemos finalmente tratar da continuação do protagonista Ethan Winters, do que não faltava tanto sofrimento a sua primeira aparição com a família Baker, agora temos um survival horror mais elevado, uma história misantrópica e atmosfera mais densa do que antes.

VEJA NOSSA ANÁLISE EM VÍDEO, SE PREFERIR:

CONFIRA: REVIEW 🎮 Veja Antes de Comprar • Resident Evil Village

O fatídico destino

Resident Evil Village, também chamado de Resident Evil 8, foi anunciado em 11 de junho de 2020, e desde lá tivemos muitos Showcases, apresentando várias curtas, teasers, gameplays e diversas novidades que traziam a cada dia mais esperanças de um jogo muito bem feito.

Para os brasileiros também chegou a melhor notícia de todas; sua dublagem em Português. É a primeira vez que temos um Resident Evil totalmente dublado, e já não era hora.

O desenvolvimento do game estava a todo vapor, mesmo antes do lançamento de Resident Evil 7: biohazard, o que concluí um grande esforço da equipe para trazer um belo projeto. A história foi modelada um tempo depois, para construir uma continuação direta dos acontecimentos da família Baker.

E quem dirá a falta de sorte, quanto ao triste começo de um grande final, por assim dizendo, a construção da trama insere muito bem e o momentos das cutscenes para a entrada da gameplay são bem encaixadas, trazendo uma imersão que já conhecemos, mas desta vez melhor conseguida.

O ápice começa logo de cara, cheio de dúvidas e uma ação desesperadora. Em tese, ela te joga muito rápido, te coloca logo de cara com uma bela cena, a uma péssima situação. Claro que precisamos colocar o nosso jogador ao verdadeiro terror, então faz sentido a Capcom colocar o player logo no meio da ação. Aviso logo que só teremos respostas muito à frente, por isso não fique surpreso pela resquício de informações que o jogo traz.

O passado assombrado é recorrente para Ethan Winters e sua esposa Mia, mas com uma recém-nascida chamada Rose eles tentam recomeçar suas vidas e viver tranquilamente. Só que a suspeita paz do momento leva a dizer que algo grande irá explodir, literalmente! Ethan terá novamente que encarar sua antiga vida de sobreviver, no entanto, agora, com a ambição de resgatar sua filha da “Mãe Miranda“. Anteriormente, a Mia era a pretensão de Ethan.

Vale a pena jogar Resident Evil Village? A minha opinião!

Mia e sua bebê Rose em um momento tranquilo.
Mia e sua bebê Rose em um momento tranquilo.

Apesar dos consoles trazerem sempre a melhor estabilidade por só serem um hardware próprio para jogar, no PC é um pouco mais complicado de se lidar, ainda mais, se você for um fanático por gráficos. Assim dito, sua máquina atual terá que ter uma boa gráfica para aproveitar a beleza do game, apenas 4 GB de VRam não adiantará, só se você quiser receber um ataque com taxas inconstantes de quadros, quando se abre uma batalha em um cenário fechado cheio de detalhes.

De antemão, vale ressaltar os menus confusos, utilizar eles é um desafio no início, pois acostumamos com alguns atalhos existentes em outras franquias e que normalmente são um padrão na industria (exemplo: Usar o botão direito do mouse para sair do Menu, ao invés de ESC).

Notavelmente, é estranho as trocas de nomes das configurações do PC. Faltou um pouco de esmero pela tradução correta dos menus.

Confira também: (Review) Resident Evil 2: Remake | A velha trama em alta definição

A nova geração de survival horror da Capcom proporcionou gráficos ultra-realistas, a RE Engine muito bem utilizada nas lutas e mecânicas de combate, uma narrativa habilidosamente elaborada e uma bizarrice de inimigos, que só a líder da indústria consegue fazer.

É realmente eufórico ver pela primeira vez a vila de perto, deixa qualquer um de boca aberta. E a diversidade de detalhes demostrados em todos os cantos, tanto quanto as casas da vila as belas antes do castelo. Notamos vida e o sentimento que cada canto trás ao jogador.

Mesmo sendo os arcos maiores sendo da Dimitrescu e Heisenberg, os outras não são tão bem explorados na história, mas trazem um momento único a cada finalização. A arquitetura é de cair o queixo as surpreendentes construções, tudo trabalha junto para despertar a bela capacidade de criatividade em cenas diversas das mais variadas comoções.

As horas gastas valeram a pena pela exploração e as cenas de perseguição tensas, com ambientes macabros, mas aqui entramos em um pecado que sempre vejo nas músicas ambientes; a música desnecessariamente aumenta para um tom mais diabólico sem necessidade, sem a presença de perigo.

Chris Redfield em Resident Evil Village.
Chris Redfield em Resident Evil Village.

Os antigos e velhos fãs vão se surpreender com a adição do mercador, JOGADA DE MESTRE! A safezone também foi posta junto a um grande companheiro, que tem uma referência a um antigo amigo nosso, que dará a Ethan Winters uma corrida pelo seu dinheiro e que recomendamos vivamente.

Não resta criatividade na Capcom

Honestamente, este game é meu favorito em questão de trazer pânico e nostalgia aos antigos companheiros de viagem.

Pode-se dizer que é super-estimado pelas armas irreais, um simulador de monstros, retirando os clássicos zumbis, rebaixando o cenário a um castelo e uma vila e retirando suas raízes? Claro! Fique à vontade para desfrutar da sua opinião metodicamente velha e rabugenta. O que eu desejava e trouxeram já bastou para entrar na lista de centelha da Capcom.

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ESTE É UM ARTIGO DE OPINIÃO E PODE NÃO REPRESENTAR A VISÃO DEFENDIDA POR ESTE VEÍCULO ACERCA DO TEMA TRATADO.

Obrigado à Capcom pela cedência da Key para a realização desta review.

Co-fundador e redator da Viciados. Estou aqui para escrever. Meio óbvio?

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