Review de Cuphead | Visual retrô, trilha sonora brilhante e desafio justo

Cuphead é um jogo indie que combina arte retrô, trilha sonora impecável e desafio intenso em uma experiência única e memorável.

Por: Guilherme Bravo - Co-fundador do Portal Viciados
9 Ótimo
Cuphead: A arte de sofrer com estilo e música jazz
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Aqui estou, Guilherme Bravo, para mais uma Review, desta vez de Cuphead, desenvolvido pelo estúdio MDHR, é uma verdadeira obra-prima visual. Inspirado nos desenhos animados da década de 1930, o jogo apresenta animações feitas à mão, cheias de charme e personalidade. Mais do que um estilo visual marcante, sua estética é uma experiência artística interativa, cuidadosamente desenhada quadro a quadro.

Trama simples, mas envolvente

A narrativa de Cuphead é leve e cativante, funcionando como uma fábula sombria com pitadas de humor. Os irmãos Cuphead e Mugman, após perderem uma aposta para o Diabo em um cassino, são forçados a coletar almas de outros devedores para salvar as suas. É uma história simples, porém perfeitamente alinhada com a atmosfera do jogo, dando contexto sem tirar o foco da ação.

Jogabilidade: Difícil, justa e viciante

Cuphead mistura o estilo clássico de jogos run and gun com mecânicas modernas. As batalhas contra chefes são o grande destaque: cada um tem padrões únicos e visual marcante. A dificuldade é alta, mas nunca injusta — os inimigos telegrafam seus ataques de maneira clara, e o aprendizado vem da persistência.

O jogo oferece ainda fases de plataforma, armas personalizáveis, habilidades especiais e amuletos como o salto invisível, que permite criar estratégias variadas. A possibilidade de jogar em modo cooperativo local adiciona outra camada de desafio e diversão.

Uma trilha sonora de outro tempo

A trilha sonora de Cuphead é um espetáculo à parte. Com influências de jazz, ragtime, samba e música de teatro, a composição musical eleva a imersão. Instrumentos como piano, contrabaixo, saxofone e trompete criam uma atmosfera autêntica dos anos 30, acompanhando o ritmo frenético das batalhas com perfeição. Destaques vão para o tema de abertura e a icônica música de King Dice.

Vale a pena jogar Cuphead? A minha opinião!

Cuphead é um jogo que eleva o padrão dos indies ao unir arte, música e desafio em perfeita harmonia. Seu visual desenhado à mão e trilha sonora orquestrada criam uma identidade única e inconfundível, enquanto a jogabilidade oferece um equilíbrio raro entre dificuldade e justiça.

Apesar de não ser indicado para quem busca uma experiência mais casual, Cuphead recompensa os persistentes com uma sensação constante de progresso e superação. É mais do que um jogo difícil — é uma carta de amor aos clássicos, executada com paixão, criatividade e excelência técnica.

Mais do que um jogo difícil com uma estética estilizada, Cuphead é uma homenagem apaixonada aos videogames clássicos e à animação tradicional. Cada detalhe transborda dedicação e respeito à arte de criar jogos, transformando a frustração natural da dificuldade em motivação para superar os desafios.


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ESTE É UM ARTIGO DE OPINIÃO E PODE NÃO REPRESENTAR A VISÃO DEFENDIDA POR ESTE VEÍCULO ACERCA DO TEMA TRATADO.

Cuphead: A arte de sofrer com estilo e música jazz
Ótimo 9
Nota final: 9
Co-fundador do Portal Viciados
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Guilherme Bravo é Jornalista e Cofundador do Portal Viciados. Responsável pela linha editorial de notícias e promoções, Guilherme é especialista em identificar tendências de mercado e cultura de internet. Além do jornalismo escrito, é criador de conteúdo no YouTube com o canal Robson Foster, onde expande suas análises e opiniões através de seu avatar Vtuber.
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