Fortnite | Epic Games é processada por ter jogo muito viciante

Por: Luis Andrade - Dono do Portal Viciados
Barra de Promoção
ENTRE NOS GRUPOS OFICIAIS DO PORTAL VICIADOS E FIQUE POR DENTRO DAS NOVIDADES!

A Epic Games, desenvolvedora de Fortnite , enfrenta uma ação judicial por tornar o jogo muito viciante, especialmente para seu público-alvo de jovens e crianças. 

Segundo relatos, o processo tem origem em Montreal, no Canadá, e refere-se a dois menores de 10 e 15 anos, respectivamente. A CBC relata que os documentos incluídos no processo comparam os efeitos viciantes do jogo com a cocaína.

Allesandra Chartrand, advogada da Calex Légal (uma firma de advocacia canadense), diz que percebeu que tinha um caso sólido em suas mãos, dada a recente decisão da Organização Mundial da Saúde de que o vício em Os videogames são uma doença. 

Fortnite este sendo comparado como uma droga

Sem dúvida, comparações com cocaína serão recebidas com um nivel de ceticismo. Fortnite faz com que o cérebro libere dopamina; da mesma maneira que uma droga recreativa. 

A dopamina é o que incentiva os jogadores a continuarem retornando ao jogo, da mesma forma que as toxicodependências são formadas. 

Artigo continua após posts sugeridos:

Além disso, o público-alvo do jogo são jovens, que são mais vulneráveis ​​aos efeitos viciantes do Fortnite. Segundo relatos, os pais das crianças entraram em contato com a empresa, afirmando que seus filhos são viciados no jogo e buscam uma solução. 

Segundo relatos, o caso argumenta que a Epic Games não fez o suficiente para revelar o lado viciante do Fortnite, principalmente devido ao cuidado que tal base de jovens jogadores implica. 


Dono do Portal Viciados
Seguir:
Luis Andrade é Jornalista, Administrador e Editor-Chefe do Portal Viciados. Com mais de 15 anos de experiência na indústria de jogos, especializou-se na cobertura da Rockstar Games e da franquia Grand Theft Auto (GTA). Além de focar em jogos de mundo aberto, Luis cobre os ecossistemas PlayStation e Xbox Game Pass. Siga-o no Twitter/X [@lumijean] para análises de mercado e furos de reportagem.
Sair da versão mobile